Eu me comprometo a ajudá-lo a amar a vida, a sempre abraçá-lo com ternura, e ter a paciência que o amor exige. Para falar quando palavras forem necessárias, e compartilhar o silêncio quando não forem. E viver no calor do seu coração, e sempre chamar de lar.
E é por isso que não se deve perder tempo com ladainhas preconceituosas e fingimentos intelectuais. Se você não sabe do que está falando, cala a boca. Talvez você aprenda alguma coisa ouvindo. O silêncio liberta.